Dessa Cordialidade Suprema
Me libertara de ti
e automaticamente das que fui
feito borboleta em vôos viciados,
obrigada.
Rompera a corrente que restava
por mim arrastada de passado,
que tão bem desenho-espelhada
em ti me vi.
Obrigada.
Aquela inquietude afunilando a garganta,
hoje já não se faz mais grito rente-abortado
e sim movimento de dentro, por mim.
Sim... me fizera palpar a concretude do eu posso ao libertar-me...
pois,
fora o atrito que desentranha,
a pressão a máxima que desentala,
a chave que abre
- o b r i g a d a...
Então, faz favor, aceite de bom grado,
embora a distância,
essa doçura minha inesperada
de quem cordialmente se confessa e declara
grata.